domingo, outubro 15, 2006

O Rio de Janeiro continua...

indescritível.

Pra dizer o mínimo.

Vou tentar: versinhos mínimos, inescandidos, para delírio do meu grande leitor Rodolfo, um curitibano que sonetiza impecavelmente (foi mal aí, Rodolfo: não contei sílabas nem me esmerei na seleção vocabular da tradução do poema do Borges, mas isso eu comento depois: apareça no porão na próxima terça, que a eloqüência juvenil do bardo aqui vai apavorar novamente por lá:

mas não era isso que eu ia escrever: fecha logo esse parêntese, seu trigre tristram shandyvan...)

Pronto: do Rio eu digo que é realmente uma cidade curvilínea:

fiz agora há pouco uma peregrinação pelos bairros de Botafogo e Flamengo, voltando da Praia Vermelha: nadei lá e não dei em nada, mas tive uma visão do Corcovado e do Redentor: que lindos...

Eu queria a vida sempre assim se você estivesse perto de mim:
...
...

Enfim: volto pra Curitiba em uma hora:
amanhã é dia de trabalho -
deixo aqui, deste fabuloso Cyber Gol, no Flamengo (que hoje ganhou, não?)
um agradecimento a pessoas que se revelaram óptimas no evento de Sábado,
no Castelinho (atual Espaço Cultural Oduvaldo Vianna Filho):

Elisa, Ieda, Sidnei, João Paulo Cuenca (e sua respeitosa respectiva - esqueci o nome, desculpem...), Henrique, Marcelo Moutinho e sua digníssima (também esqueci, eta, desmemoriado), Robson, Sônia, enfim:

pude participar dum evento excelente, um café literário sobre o mononstruosíssimo escriptor máximo chamdo João Antonio, e saúdo especialmente o Professor Alcmeno e a Ieda (de novo, porque ela foi mesmo óptima na organização da Malagueta, Perus e no Bacanaço...)...

Pronto: o Rio de Janeiro é um lugar onde me sinto em casa (eu sou um Ráuli - Haole, para as iníntimas lá do Hawaii... - mas já não me considero mais um alemão perdido na cidade maravilhosa...)

Alô, torcida do Flamengo - alô, garotada carioca - alô, elenco da ópera A Flauta Mágica: foram momentos de altíssima qualidade artística: o Teatro Municipal é MUITO FÓDA, com toda a sua arquitetura (gostei especialmente dos vitrais com as musas...

termino sem fechar os parênteses - foi uma grande viagem...

Até amanhã, até já, até logo

Um comentário:

verde velma disse...

até quando?