domingo, setembro 17, 2006



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É Isso Aí
Ana Carolina

Composição: Damien Rice
(vers.: Ana Carolina)

É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre

É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade

É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos
A escolher seus amores

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar
De te olhar

6 comentários:

Priscila disse...

No creio... :o

Priscila disse...

Eu acho que essa versão é da Ana Carolina e do Seu Jorge.

Lindo.

Ivan disse...

Linda:

se não é você pra me fazer os devidos reparos...

Ponto pro Seu Jorge, que se não participa na bolação da versão, no mínimo dá uma aula na execução:

Teu Orfeu te escuta, escuta os mestres (e mestras) e tenta aprender sempre, sempre pra te mostrar.

suzana cano disse...

tá certo.xícara é com x, já mudei. eu acho que essa tradução simplesmente matou esta música. existe uma diferença muito grande entre "I can´t take my eyes of you" e essa coisa que eles fizeram. incrível você gostar disso. eu simplesmente detesto.

Ivan disse...

Bom, Suzana: não sei se você vai ler isso, mas é importante o registro, a quem possa interessar:

eu e minha amada Priscila adoramos essa canção, na versão brasileira

(antes ela inclusive gostava mais da gravação original do Damien arrozinho, mas depois que eu assinalei:

o tom deprimidinho matusquela;

os agudos "tô com dor de barriga";

e, como se já não bastasse, o final tatibitate em que o patético cantor ainda reconhece que não consegue tirar os olhos de seu amor "até achar outra pessoa",

Ela reconheceu que não tem pra Seu Jorge e Madame Ana Carolina: eles matam a pau na interpretação -

o sentido dos versos pode até se desviar, mas vai pruma direção melhor.

Enfim: uma canção de amor em tom maior, ridícula que seja (talvez até cafona - mas vide o conhecido poema do pessoa sobre cartas de amor ridículas) resiste até a virar tema de novela e cair no gosto popular -

mesmo na minha alma de punk.

Ivan, o crítico musical irrefragável.

suzana cano disse...

"speak low if you speak love"