sábado, janeiro 21, 2012

COMUM DE DOIS EM DOIS QUARTETOS: UM TERCEIRO POEMA

Novamente a S.L.C.T.

Um grilinho bateu as asas neste quarto.
Faltavam vinte para a meia-noite em ponto.
O céu, um coração que não sofreu infarto.
A lua, oculta ao olho tonto pronto monto.

Eu quis sofrer mas não assim sem ver você.
Ouvi feliz você dizer que me relê.
Você percebe a quantas vai nosso prazer.
Você comigo. Eu com você. Nós dois. Um ser.

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